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Comissão
de Direitos Humanos aprova requerimento
de Giannazi convocando Carlos Flory
21
de outubro de 2011

Dr. Edson
Freire, dep. Carlos Giannazi e dr. Mauricio
Canto
O
Requerimento do professor e deputado Carlos
Giannazi à Comissão de Direitos Humanos
solicitando a ida de Carlos Henrique Flory,
presidente da SPPrev, para prestar esclarecimentos
na Assembleia Legislativa sobre diversos
problemas levantados pelos advogados e cartorários
contribuintes do IPESP, foi aceito em reunião
ordinária do mês de outubro.
A
notícia foi dada pelo parlamentar na reunião
do movimento pela defesa das carteiras previdenciárias
dos advogados e cartorários, realizada no
dia 19 de outubro na ALESP e que contou
com os membros da Associação de Defesa dos
Direitos Previdenciários dos Advogados do
Estado de São Paulo (ADDPA), serventuários
e advogados do movimento independente pela
defesa da aposentadoria dos mais de 35 mil
profissionais do Direito. Todos são vítimas
da aprovação da Lei Estadual 13.549/09,
que declarou em regime de extinção a Carteira
de Previdência dos Advogados contribuintes
do IPESP, e da aprovação da Lei Estadual
14.016/10, que também acabou com o direito
à aposentadoria dos trabalhadores de cartórios
no estado de São Paulo. Em ambas Giannazi
votou contra.
Quanto
ao comparecimento de Flory na ALESP, em
data ainda a ser definida, Giannazi sugeriu
que o mandato e os contribuintes construíssem
juntos uma pauta de questionamentos ao superintendente,
como dificuldades ao pagamento de contribuições
e, sobretudo, a abertura da contabilidade
do IPESP — o mandato irá informar ao movimento
quando acontecerá essa reunião na CDH. O
parlamentar lembrou das ADIN´s no STF e
informou que fará mais uma vez contatos
com a assessoria do gabinete do ministro
Marco Aurélio de Mello solicitando que o
julgamento das ações ganhe celeridade na
pauta da Corte.
O
deputado ainda criticou o projeto do executivo
estadual que prevê a criação de uma aposentadoria
complementar ao funcionalismo e afirmou
que o ‘mito’ da aposentadoria integral tem
que ser desfeito, porque o salário base
real é baixíssimo e qualquer que seja o
índice este não recairá sobre as gratificações
e bonificações (não incorporadas), já que
o governo estadual, há quase 2 décadas,
vêm pagando salários aviltantes aos servidores
públicos estaduais.
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