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Giannazi
requer ao Tribunal de Contas informações
sobre contabilidade do IPESP
Requerimento
é resultado de decisão tomada na reunião
dos advogados contribuintes na ALESP
09
de Novembro de 2009

Giannazi
participa da mesa no encontro dos advogados
do IPESP
No
último encontro ocorrido no dia 4 de novembro
entre o mandato do deputado Carlos Giannazi
e o movimento independente
dos advogados contribuintes da carteira
do IPESP algumas deliberações foram acertadas
para que a luta em favor do restabelecimento
dos diretos previdenciários dos advogados
continue nos âmbitos político e jurídico.
Afora
outras ações que correm na Justiça por consequência
da aprovação da Lei Estadual 13.549/09,
que coloca em regime de extinção a Carteira
de Previdência dos Advogados do IPESP —
há, inclusive, uma ADIN no STF cujo objetivo
é revogar a referida lei —, Giannazi oficiou
ao Tribunal de Contas do Estado que preste
informações relevantes ao conjunto dos advogados
que lutam também pela transparência financeira
da CPA.
No
documento o parlamentar solicita que o TCE
informe qual é o débito do estado para com
o IPESP na edição da Lei 1.010 de 2007,
a dívida do estado e do governo de São Paulo
com a carteira de previdência dos advogados
até a edição da Lei 13.549, de 26 de maio
de 2009, e se foram feitas auditorias contábeis
no instituto, dentre uma lista de 11 questionamentos
ao órgão fiscalizador das ações do estado.
“
Todos devem explicações. Falta gestão democrática
na carteira”, comentou Giannazi na reunião
avalizando a preocupação dos contribuintes
com a situação financeira da carteira e
do IPESP, que também gere a carteira dos
serventuários, categoria que tem tido algumas
vitórias em ações judiciais a favor da dignidade
e do direito à aposentadoria e que , por
conta disso, tem animado o movimento dos
advogados.
Durante
a reunião ainda foram debatidas novas formas
de mobilização na luta dos advogados pela
preservação da carteira de previdência.
No mesmo encontro ficou agendada outra reunião
no dia 11 de novembro na ALESP (Sala 114)
com a comissão jurídica e de redação do
movimento, na qual deverão ser tratados
assuntos como medidas cautelares em face
do liquidante e do dr. Marcio Kayatt, presidente
do Conselho da CPA, com possível arresto
de seus bens pessoais.
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