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Encontro
na OAB debate carteira dos advogados do
Ipesp
07
de Junho de 2008

Luiz
Flávio D’Urso, Roberto Protázio e Carlos
Giannazi
A
Ordem dos Advogados do Brasil participou
em sua sede, no dia 3/6, de uma reunião
com os advogados Roberto Protázio de Moura,
Nelson Pompeu e Mauricio Canto, dirigentes
da recém-criada Associação em Defesa dos
Direitos Previdenciários dos Advogados de
São Paulo, acompanhados de outros colegas
da nova associação. Estavam presentes o
deputado Carlos Giannazi, coordenador da
Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos
dos Advogados Contribuintes do Ipesp, e
membros da Associação dos Advogados de São
Paulo e do Instituto dos Advogados de São
Paulo.
Estavam
presentes o deputado Carlos Giannazi, coordenador
da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos
dos Advogados Contribuintes do Ipesp, e
membros da Associação dos Advogados de São
Paulo e do Instituto dos Advogados de São
Paulo. O objetivo desse importante encontro
foi discutir o destino da carteira previdenciária
de cerca de 40 mil advogados paulistas contribuintes
do Instituto de Previdência do Estado de
São Paulo (IPESP) e unificar as forças a
fim de buscar uma solução para o impasse
criado com a iminente extinção deste instituto,
que desde 1959 administra esta carteira
e funcionará somente até junho de 2009,
segundo a legislação que criou o novo sistema
de previdência paulista, o SPPrev.
O
deputado Carlos Giannazi disse que todos
os esforços, tanto das entidades de classe
como os da Frente Parlamentar e da nova
associação, devem ser direcionados para
convencer o governo estadual a recepcionar
e incorporar a carteira ao SPPrev, bem como
buscar novas formas de financiamento da
mesma. O parlamentar também criticou as
emendas constitucionais 20, 41 e 45, a Lei
11.608/03 (que suprimiu a principal fonte
de receita da carteira a ser extinta, já
que a taxa judiciária passou a ter nova
destinação) e a Lei Complementar Estadual
1.010/07.
A
reforma da previdência estadual contemplada
nesta legislação, aprovada no ano passado,
vem penalizando trabalhadores de várias
categorias, além de ter sido responsável
pelo fim da carteira dos advogados.
No
final da reunião, o parlamentar propôs que
fosse feita uma grande assembléia, convocada
oficialmente pelo próprio Ipesp com os advogados
contribuintes da carteira, para que sejam
feitos todos os esclarecimentos acerca de
seu fim enquanto instituto, pois muitos
advogados ainda não se deram conta da crise
e da necessidade de participar deste movimento
de garantir seus direitos e benefícios.
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