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Deputado
apresenta emenda ao Orçamento para reajuste
dos servidores do Judiciário
Teor das emendas protocoladas pelo deputado
Carlos Giannazi repõe perdas criadas pelo
corte de 54% do orçamento original destinado
ao Poder Judiciário paulista
05
de novembro de 2010
Giannazi,
ao lado de representantes de associações
de servidores do Judiciário, recebe no plenário
Juscelino Kubistcheck as propostas de inclusão
de verbas orçamentárias ao Poder Judiciário
Em
virtude do nefasto corte de mais da metade
do orçamento do Judiciário para 2011 — TJ
formulou a proposta de verbas para o próximo
ano de R$ 12,3 bilhões — , promovido pelo
governo Goldman, o deputado Carlos Giannazi
apresentou emendas ao orçamento visando
recompor sua totalidade. “Nem a greve deste
ano, legítima e necessária pela reposição
salarial por conta da inflação, sensibilizou
o executivo”, disse ele. Indignado, o parlamentar
assegurou ao conjunto dos servidores da
Justiça que a bancada do PSOL fará o uso
de todas as variáveis regimentais para obstruir
a votação do Orçamento caso não sejam contempladas
as emendas que garantam um mínimo de dignidade
aos funcionários.
O
deputado também recebeu propostas de emendas
dos próprios servidores por meio de suas
associações, que estiveram na Assembleia
Legislativa no dia 03 de novembro para participarem
de uma reunião da frente parlamentar em
defesa da categoria.
No
próximo dia 09 de novembro haverá uma audiência
pública na ALESP organizada por Giannazi
para debater a questão do orçamento do judiciário.
Uma hora antes os trabalhadores se reunirão
em frente à Assembleia Legislativa e, na
sequência, participarão do Colégio de Líderes.
Os servidores não têm aumento real de salário
desde 1994 e o corte afetará, inclusive,
o acordo estabelecido de reposição de 20,3%
acertado no fim da greve de 2010.
Giannazi,
que também fez duras críticas à peça do
Orçamento estadual nas áreas sociais, argumentou
que o corte das verbas do judiciário prejudica
os servidores e a população, que não contará
com novos fóruns já aprovados e se encontram
paralisados à espera de dotação orçamentária.
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