Proposto
por Giannazi, Ato Solene homenageia a Associação
dos Delegados de Polícia de São Paulo
10
de março de 2010

Dra.
Marilda, ao lado do deputado Carlos Giannazi
Delegados
de polícia de diferentes regiões do estado
de São Paulo compareceram em peso à Assembleia
Legislativa no dia 09 de março para participarem
da comemoração pelos 60 anos da Associação
dos Delegados da Polícia Civil do Estado
de São Paulo e da homenagem à dra. Marilda
Pansonato Pinheiro, primeira mulher na história
da Adpesp a ser eleita para o cargo de presidente
da instituição, que representa cerca de
4 mil delegados no estado. O evento foi
organizado pelo mandato do professor e deputado
Carlos Giannazi.
O
encontro, que também contou com a presença
dos delegados Sergio Marcos Roque, Abel
Fernando Paes de Barros Cortez, Saulo de
Carvalho Palhares Beira, Cleber Pinha Alonso,
João Demétrio Sobrinho e Alan Bazalha Lopes,
ainda serviu para que o parlamentar e os
servidores da Segurança Pública expusessem
os problemas enfrentados pelos policiais
cotidianamente como as precárias condições
de trabalho, salários baixos e falta de
gestão do governo em relação à Segurança
Pública, precarizando o serviço de atendimento
à população em vários setores do policiamento
paulista.
“É
preciso que o governo pare de criminalizar
o servidor público pelas mazelas de suas
políticas públicas na área da Segurança
e assim não jogue a sociedade contra a polícia”,
disse o deputado ao abrir os trabalhos.
Giannazi lembrou do movimento de paralisação
dos policiais civis em 2008 e a trapalhada
perigosa de Serra ao por em confronto as
polícias civil e militar em detrimento da
abertura de diálogo para atendimento das
reivindicações. Na seqüência Giannazi deixou
claro seu apoio a pauta de reivindicações
da categoria, que pleiteia a aprovação imediata
de um PLC, ainda não encaminhado à Casa.
O projeto dispõe sobre a reestruturação
das carreiras policiais civis no Quadro
da Secretaria da Segurança Pública.
Perfil
Marilda
Pinheiro é delegada de polícia há quase
10 anos e sabe das dificuldades e anseios
de ser um policial no maior estado da federação,
bem como os desafios de ser uma mulher a
presidir uma associação dessa importância.
“ Por acreditar que pode ser diferente não
só o exercício profissional no dia a dia
mas a luta por melhores condições de trabalho
é que entramos nesse novo desafio”, disse
a delegada. “ Sabemos que somos os (delegados)
mais mal remunerados do país e que fazemos
sacrifícios diários mas também temos que
ter a consciência de que a união muda as
coisas”. Ao final, grupos de delegados se
dirigiram aos gabinetes dos demais deputados
a fim de fortalecer o discurso junto aos
parlamentares em prol da aprovação do projeto
de lei complementar por eles defendido.
Os delegados de São Paulo se encontram mobilizados
pela causa.
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