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ALESP aprova redução da quarentena para professores ACTs/OFAs

15 de dezembro de 2011

Em sessão extraordinária ocorrida no dia 14 de dezembro foi votado em plenário o PLC 71/11, que reduziu de 200 para 40 dias a quarentena para os professores ACTs/OFAs contratados pela Lei Complementar 1093/09. Giannazi apresentou um projeto substitutivo, rejeitado por um Parecer do Congresso das Comissões de Justiça e Redação, de Administração Pública, de Educação e de Finanças, cuja proposta era acabar com qualquer período de afastamento (quarentena) e com a provinha/provão compulsória para esses docentes como exigência para a contratação.

“Dentre tantos atos e normas danosas provenientes do governo estadual, exigir quarentena, seja de qualquer período de dias, semanas, meses é um absurdo, por isso sempre defendemos por um fim a esse resguardo e repudiamos a afirmação dos representantes do governo de que a quarentena será mantida para que os professores não criem vinculo empregatício”, disse Giannazi, que reafirmou continuar a luta pela anulação da Lei 1093. “Parece que faltou a sensibilidade de entender que o profissional da Educação também tem família e uma qualidade de vida a ser buscada e valorizada”.

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Com intuito de corrigir graves distorções e aperfeiçoar o Projeto de Lei Complementar 71/11, do governo estadual, que já está na ALESP e altera a Lei 1093/09 — votada e aprovada na ALESP na gestão do governador Serra, regula a contratação temporária de professores na rede estadual de ensino —, o professor e deputado Carlos Giannazi já protocolou um projeto substitutivo ao do governo. -