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Deputado
vai à tribuna e cobra, do governo,
solução das dívidas
das APMs
04
de Julho de 2008
O
deputado e professor Carlos Giannazi cobrou
mais uma vez, em sessão plenária
da Assembléia Legislativa no último
dia 4, o envio, pelo governo estadual
, de um projeto de lei à Alesp
— em caráter de extrema urgência
— autorizando a Secretaria da Educação
e a Fundação para o Desenvolvimento
da Educação a pagarem as
verbas rescisórias derivadas das
demissões de funcionários
das Associações de Pais
e Mestres, contratados por meio do regime
CLT ou cooperativas.
Na
tribuna, Giannazi relatou que várias
escolas estão tendo suas APMs processadas
pela Justiça do Trabalho, inclusive
com penhora de bens dos diretores executivos
destas que, no geral, são pais
de alunos ou professores que assumiram
essa função para ajudar
a escola. “A situação
é e continua grave já que
esses abnegados pais e professores podem
ter seus bens pessoais apreendidos por
culpa do estado, que obrigou as APMs a
contratarem funcionários sem concurso
público”, alerta o parlamentar,
que afirma ser do estado a responsabilidade
pela contratação, via concurso
público, de servidores do quadro
de apoio das escolas. “ O que não
dá para aceitar é a comunidade
escolar pagar pela omissão e irresponsabilidade
do estado”.
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