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Acompanhe
os pronunciamentos feitos por Carlos Giannazi no
Plenário da Assembleia Legislativa |
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JULHO |
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Educação
e rodovias
31
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) lamentou a política educacional
do governo do Estado, segundo o parlamentar,
sem projetos e sem investimentos no setor.
“Um governo que paga um salário tão baixo
para um profissional da educação não demonstra
querer melhorar”, observou. Giannazi ainda
falou da manifestação realizada na rodovia
SP-249, na região de Avaré, contra a introdução
de um pedágio no meio da cidade, que obrigará
os moradores a gastarem até R$ 8 por dia.
O deputado mostrou-se revoltado com o fato
de o governo alegar não ter dinheiro e entregar
as rodovias às concessionárias, o que acaba
resultando em um número abusivo de pedágios. |
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Servidores
públicos
31
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) falou sobre o PLC 37/2011,
do governador, que dispõe sobre a reclassificação
de vencimentos e salários dos integrantes
do Quadro do Magistério da Secretaria da
Educação, aprovado pela Assembleia. Segundo
o deputado, “esses ajustes estão abaixo
do que deveriam, não repõem a inflação e
desrespeitam a lei da data base”. Giannazi
afirmou estar preparando ação para ingressar
no Supremo Tribunal Federal contra partes
do projeto. “As carreiras dos servidores
estão sendo devastadas e não há preocupação
do governo em melhorar a educação pública”. |
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SP-249
30
de agosto de 2011
O
deputado Carlos Giannazi (PSOL) comentou
manifestação que os moradores de Apiaí realizaram
na manhã desta segunda-feira, 29/8, para
reivindicar a pavimentação de 46 quilômetros
da rodovia SP-249. “Os quilômetros não pavimentados
atingem os moradores de 20 municípios, que
ficam impedidos de ir à escola e ao hospital”.
Giannazi apelou à Secretaria dos Transportes
e ao Departamento de Estradas e Rodagem
(DER) o início das obras. Para ele, a falta
de investimento na região é uma quebra de
compromisso de campanha. “O Estado tem R$
4 bilhões de excesso de arrecadação. Então,
dinheiro há”, completou. |
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Injustiça
30
de agosto de 2011
Segundo
Carlos Giannazi (PSOL), em 2009 os pais
de alunos da escola estadual Músico Wander
Taffo, localizada no Jardim Cláudia, reclamaram
que traficantes da região estavam pegando
folhas do alto das árvores do colégio para
utilização no porte e consumo de drogas.
Um morador do bairro, cujo filho era estudante
da escola, podou a copa das árvores e, segundo
Giannazi, a diretora da escola foi multada
pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente
em R$ 190 mil por conta da atitude do pai
do aluno. ”Isso é inconcebível, as autoridades
foram acionadas e não fizeram nada”, protestou.
Para o deputado, a multa deveria ser contra
o Estado, e não contra a diretora. |
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Previdência
privada
26
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) criticou o projeto de lei
que o Executivo paulista pretende encaminhar
à Assembleia referente à previdência dos
servidores estaduais. Para Giannazi, a proposta
nada mais é que a privatização da previdência
estadual. “O servidor que quiser se aposentar
com salário integral terá que pagar além
dos 11% já descontados em folha. Aliás,
a integralidade salarial é um mito. O salário
dos servidores está recheado de bonificações
e gratificações que não são incorporadas.” |
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| Sem
telefone
25
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) comentou matéria de Elaine
Granconato, publicada no dia 24/8, no Diário
do Grande ABC, sobre a cobrança de pedágio
no Trecho Sul do Rodoanel, cuja tarifa para
carros de passeio é de R$ 2,50. “O trecho
mal começou a funcionar e já vai explorar
a população. Não há nem telefone de emergência
instalado. Se alguém sofrer um acidente,
não consegue pedir socorro, pois o celular
não funciona direito naquela região”. O
deputado afirmou que existem 245 praças
de pedágio em São Paulo e que, desse total,
seis estão localizadas no trecho Sul do
Rodoanel: “É a verdadeira farra dos pedágios”,
completou. |
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| Indignação
aos fatos
24
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) comentou denúncia de suposto
assédio moral sofrido por funcionária da
Casa. Ele defendeu que seja feita uma apuração
do caso, e o envio de requerimento à Comissão
de Direitos Humanos sobre o ocorrido. O
deputado alertou que os pedágios de São
Paulo são os maiores da América Latina e
os mais caros do Brasil, lembrando que,
a partir de meia noite desta terça, vão
entrar em funcionamento os seis pedágios
no trecho sul do Rodoanel. “Existem projetos
apresentados na Casa que objetivam impedir
instalações de novos pedágios e a desativação
de outros. |
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| Superlotação
23
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) pediu a votação de seu PL
517/2007, que limita o número de alunos
em sala de aula, ao comentar denúncia do
jornal Folha de S.Paulo de que 60% das escolas
estaduais têm salas superlotadas. Segundo
o deputado, essa é uma situação que perdura
nos 16 anos do governo do PSDB. Giannazi
citou como exemplo escola de ensino médio
na região do Brás, capital, onde os alunos
têm de fazer rodízio de carteiras durante
as aulas. Para ele, a solução é a construção
de mais escolas, mas o governo estadual
diz que não o faz por problemas de licenciamento
ambiental, o que refutou. |
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Emendas
18
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) informou que protocolou
emendas e um substitutivo ao PLC 43/2005
- que traz, entre outras coisas, o reajuste
de salário dos servidores públicos
-, visando os funcionários do Centro
Paula Souza. Giannazi afirmou que as emendas
propõem, para os servidores da instituição,
licença maternidade de seis meses
e atendimento no Iamspe. Segundo o deputado,
“eles são servidores como os
outros, mas não tem os mesmos direitos”.
O parlamentar disse: “Espero que a
Assembleia saia em defesa dos funcionários
e das emendas”. |
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Operação
Voucher 2
13
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) manifestou indignação em
relação ao relatório enviado pela Fundação
Padre Anchieta em resposta a requerimento
de informações de Olimpio Gomes (PDT), sobre
eventos constantes de planilha de atividades
da TV Alesp, referentes ao ano passado.
Giannazi aparece na lista como o campeão
de gravações (22 ao mês) realizados pela
equipe da tevê fora da Casa ao custo de
R$ 1.800 cada. “Trata-se de um documento
fraudulento. De corrupção a céu aberto”,
declarou Giannazi ao contestar as informações
constantes do relatório. “Exijo que a Mesa
Diretora investigue o assunto, pois é dinheiro
do contribuinte que está financiando isso.
É caso para o Conselho de Ética’, finalizou. |
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| Apoio
a servidores em greve
13
de agosto de 2011
A
greve promovida pelos funcionários e docentes
da Escola de Engenharia de Lorena recebeu
o apoio de Carlos Giannazi (PSOL). Segundo
o deputado, esses servidores esgotaram os
recursos de negociação junto ao governo
e à reitoria da USP, que até o momento não
completaram a incorporação da Escola à Universidade,
criando disparidade salarial entre os servidores
da EEL e seus colegas do campus da capital.
“Os servidores, inclusive, em sua Carta
Aberta, apontam a solução do problema através
da alteração da Lei 8214/2006 que poderia
ser feita do envio, pelo Executivo, de projeto
nesse sentido à Assembleia”, esclareceu. |
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| Morosidade
no judiciário
12
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) referiuse ao pedido de desculpas
que o desembargador Magalhães Coelho fez
pela demora de uma década no julgamento
de indenização pedida por Diva Ferreira,
no caso de seu filho morto em 2000 após
ser atropelado por uma viatura da Polícia
Militar. Isso, para o deputado, é uma mostra
da morosidade e burocracia do Judiciário
paulista, que sofre com falta de funcionários,
que também recebem baixos salários. O parlamentar
pediu a realização de concurso, uma vez
que há falta de 15 mil servidores. Ele lembrou
ainda que na legislatura passada pediu a
instalação da CPI do Judiciário para dar
mais transparência ao órgão. |
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| Saúde
dos educadores
11
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) analisou os dados de uma
pesquisa sobre as doenças que têm abatido
os profissionais da educação, realizada
pelo Sindicato dos Especialistas de Educação
do Ensino Público Municipal de São Paulo
(Sinesp). A pesquisa mostra que 70% dos
funcionários estão adoecendo. Para o deputado,
esse número se deve ao estresse e à pressão
que os profissionais sofrem. Giannazi acredita
que os diretores não conseguem acompanhar
o trabalho pedagógico das escolas por conta
da excessiva burocracia. “O papel do diretor
na escola está esvaziado por outras exigências.
O profissional tem de se preocupar com muitas
coisas e perde o foco na educação”. |
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| Espanhol
e música nas escolas
10
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) falou sobre as últimas alterações
feitas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
- Lei federal 9.394/96, que prioriza a legislação
nacional desde a educação infantil até o
ensino superior. O deputado citou duas importantes
alterações: a obrigatoriedade do ensino
de espanhol nas escolas das redes pública
e privada, desde 2005, e do ensino de música.
“Menos da metade das escolas da rede estadual
possui a disciplina de espanhol em sua grade,
que, aliás, é ensinado de forma precária.
A rede estadual tem o histórico de não seguir
a lei”, disse. |
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Reajuste
para a Educação
09
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) ratificou compromisso nacional
do PSOL com os vários movimentos sociais.
Defendendo a aprovação do Plano Nacional
de Educação, o deputado comentou que o PNE
estabelece diretrizes para a área. Para
ele, a Casa precisa aprovar a destinação
de 10% do PIB para a educação pública, a
fim de pagar a “dívida histórica” para com
o setor educacional. A proposta do MEC é
de dar 7% do PIB para a educação até 2020.
“É uma proposta muito distante do que realmente
é necessário. Precisamos aumentar os recursos
da educação pública.” |
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Servidores
desprezados
06
de agosto de 2011
“Continua
em curso a construção da política de desvalorização,
ataque, desprezo e ódio ao servidor público
do Estado de São Paulo das mais variadas
áreas”, disse Carlos Giannazi (PSOL). O
deputado afirma que, além de arrochar os
salários dos servidores, o governo faz propaganda
enganosa nos veículos de comunicação, dizendo
que vai dar reajuste salarial ou até aumento
para diversas categorias de servidores.
“Os projetos prometidos ainda não chegaram
à Casa. E vão precisar ser aperfeiçoados
com emendas dos deputados para a correção
das porcentagens que o governo apresentou.” |
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Quarteirão
da Cultura
06
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) comentou a decisão da 8ª
Vara de Fazenda Pública da capital de suspender
o processo de venda de um terreno público
de 20 mil m², conhecido como o quarteirão
da cultura, onde se localizam escolas, creche,
biblioteca, posto de saúde, Apae, um Centro
de Apoio Psicossocial e um teatro. “São
oito equipamentos públicos, mas a prefeitura
está fazendo uma negociata para entregar
esse terreno às grandes empreiteiras. Isso
é uma afronta à população que paga impostos.“
Giannazi informou ter encaminhado pedido
de tombamento da área ao Conselho Estadual
do Patrimônio Histórico, para impedir que
a área seja vendida. |
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Educação
05
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) manifestou indignação com
o secretário Paulo Alexandre, da Ciência
e Tecnologia, que não compareceu à Comissão
de Ciência, Tecnologia e Informação para
prestar contas sobre as Etecs e Fatecs.
A fim de conter a greve dos professores
das entidades de ensino, que estavam pedindo
aumento do valor da hora/aula, o governo
fez um reajuste de R$ 1 a hora/ aula. De
acordo com o jornal Folha de S. Paulo, Alexandre
preferiu participar do aniversário de 60
anos da Duratex, disse o deputado. “O secretário
não tem tempo para prestar contas, mas tem
tempo para comparecer a festas. É sobretudo
um desrespeito à população”, afirmou. |
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Férias
divididas
04
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) lamentou a decisão do governo
do Estado, referente à divisão do período
de férias dos professores das redes de ensino
estaduais, em blocos de 15 dias, em janeiro
e julho. "É a única categoria do país
que não tem direito a 30 dias consecutivos
de folga remunerada: é mais um golpe do
PSDB". O deputado disse que está empenhado
para reverter a situação e espera a mesma
atitude dos demais membros da Casa. Giannazi
criticou o governo e contou que apresentou
um projeto de lei, com o objetivo de anular
essa decisão. "Os professores perderam
um direito que foi conquistado pelos trabalhadores",
declarou. |
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Educação
04
de agosto de 2011
"Esse
número é assustador", afirmou Carlos
Giannazi (PSOL), referindo-se ao elevado
índice de crianças e adolescentes matriculados
na rede de ensino que sofrem com a defasagem
entre série e idade. Ele também disse que
diversas mobilizações foram realizadas em
defesa do investimento de 10% do PIB na
educação. "O Brasil é um dos países
que menos investe em educação no mundo",
criticou. Giannazi ainda comentou a urgência
de uma reforma no setor para que a educação
seja, de fato, um instrumento de desenvolvimento
do país. |
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Músicos
03
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) parabenizou o STF por sua
decisão no caso de um músico de Santa Catarina:
o tribunal declarou que ele não precisa
ser filiado à entidade de classe "
a Ordem dos Músicos " para ter o direito
de exercer a profissão. O deputado lembrou
que essa decisão é restrita a esse caso,
mas permite que outros músicos entrem com
ações semelhantes. Giannazi criticou a Ordem
dos Músicos do Brasil, alegando que não
tem mais utilidade, e ressaltou que há dois
anos seu partido apresentou um projeto de
lei com o objetivo de fortalecer os direitos
dos músicos, mas que, aprovado pela Assembleia,
foi vetado pelo ex-governador José Serra.
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Férias
dos professores
02
de agosto de 2011
Carlos
Giannazi comentou a Resolução
44/2011, da Secretaria da Educação,
publicada no Diário Oficial de 14/7,
que altera o modo de fruição
das férias dos professores das escolas
públicas, dividindo-o em dois blocos
de 15 dias, em julho e janeiro. O parlamentar
apresentou ação junto ao Ministério
Público estadual pedindo a garantia
dos direitos conquistados pelo magistério
e defendeu a convocação do
Secretário da Educação
pela comissão competente para prestar
esclarecimentos a respeito da medida. |
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