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Acompanhe os pronunciamentos feitos por Carlos Giannazi no Plenário da Assembleia Legislativa
 
     
 
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UNICAMP

26 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) defendeu os funcionários da Unicamp, em greve há 38 dias. O deputado contou da audiência realizada na Casa nesta sexta feira, 25/11, com a finalidade de discutir a situação da universidade, que, para ele, é semelhante a da USP. Giannazi criticou a administração e alegou que os funcionários são oprimidos e não têm suas reivindicações atendidas. De acordo com o parlamentar, os servidores sofrem ameaças e são constragidos pela reitoria. “Isso é muito grave”, declarou. Reclamou de uma possível tentativa de privatização do hospital instalado no campus na Unicamp, “Essa onda de privatização nas faculdades é um absurdo”.

 

Greve na indústria Johnson & Johnson

26 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) apoiou ao movimento de greve dos trabalhadores da indústria Johnson & Johnson, de São José dos Campos. De acordo com o parlamentar, a greve já dura 22 dias e os grevistas pedem por melhores salários e também por melhores condições de trabalho. “A PM está reprimindo com violência todos os trabalhadores, para acabar com a greve”, disse. Giannazi afirmou que o direito à greve está previsto na Constituição

 

Professores

25 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) anunciou a realização de manifestação dos professores do magistério na praça da República, na sexta-feira, 25/11. Segundo o deputado, o ato servirá para dar sequência à luta histórica contra a fragmentação das férias dos servidores da educação, com 15 dias em janeiro e 15 dias em julho. De acordo com Giannazi, cerca de 49% dos professores da rede estadual foram contratados precariamente. “O PSDB insiste em manter essa política, que ataca os funcionários públicos”, declarou. Giannazi citou a diferença salarial existente entre os atuantes da categoria

 

Moradores abandonados

24 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) disse que em reunião nesta terça-feira, 22/11, moradores dos bairros do Jardim Consórcio e Vila Castelo reclamaram da falta de segurança na região. Segundo os moradores, 23 ruas já tiveram ocorrência da assaltos na região e eles já fizeram BO e abaixoassinado para haver mais policiamento no local. “Os bairros estão em estado de calamidade pública! Os moradores estão abandonados à própria sorte!”, declarou. Para Giannazi, a Secretaria de Segurança e o Estado devem tomar providências, e, caso não resolvam a situação, ele levará o caso ao Ministério Público

 

Crise na educação pública

23 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) apresentou uma pesquisa do IBGE sobre a educação no Brasil. Segundo os dados, o número de analfabetos entre pessoas com idade superior a 60 anos é de 28%; entre adolescentes com idade entre 15 e 18 anos, de 9%; e entre crianças de dez anos, matriculadas em escolas públicas, de 6,52%. Para o deputado, nunca foi combatido o problema do analfabetismo no país. “Essa crise na educação é fruto da falta de investimento e da construção de um plano de educação”, comentou. Giannazi informou ainda que o PSOL luta para pressionar o Congresso a votar o Plano Nacional de Educação.

Onda de privatizações

23 de novembro de 2011

O deputado Carlos Giannazi (PSOL) falou sobre o Projeto de Lei 840/2011, de autoria do governador Geraldo Alckmin (PSDB), que visa privatizar a previdência dos servidores públicos do Estado. Para o deputado, o plano é um ataque aos salários dos servidores iniciantes, que terão 20% de desconto de previdência no holerite. Giannazi lamentou que o Estado esteja, em suas palavras, numa onda de privatizações. “Nós, do PSOL, vamos votar contra a privatização da previdência social. Não podemos permitir algo que penalize diretamente o servidor”, comentou.

 

Paralisação das obras da Linha 5

22 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) tratou também da questão da finalização das obras da Linha Lilás do Metro. Para Giannazi, o transporte sobre trilhos é a grande saída para o Estado de São Paulo. “Temos de buscar ajuda externa para o financiamento da expansão das linhas do Metrô e da CPTM”, comentou. O deputado disse ainda que a licitação do Metrô, fraudada, causou prejuízo de mais de R$ 300 mi ao Estado. “Lamentamos a paralisação da Linha 5. Queremos que ela seja retomada, mas não podemos fechar os olhos para grandes denúncias de corrupção”, finalizou.

 

“Bandidos de toga”

22 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) comentou que 62 juízes no país estão sendo investigados pela Corregedoria Nacional de Justiça, órgão ligado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo o deputado, a investigação tem como principal foco juízes acusados de vender sentenças e enriquecer ilicitamente. Ele lembrou que, ano passado, foi proposta na Casa à instalação de uma CPI para investigar o Tribunal de Justiça do Estado, que, para ele, foi sabotada. O parlamentar pede ao Tribunal de Justiça, que se modernize, faça melhoria salarial e dê melhores condições de trabalho a seus funcionários. Ainda pediu ao governador que o Orçamento do Judiciário seja reconstituído.

 

Repúdio ao Governo

17 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) saudou grupos da terceira idade presentes no plenário que reivindicam o cumprimento do estatuto do idoso. Ele disse que há projeto de sua autoria, que obriga as empresas viárias intermunicipais a garantir gratuidade aos idosos, pois, segundo informou, a legislação só é respeitada no âmbito interestadual. Giannazi comentou a reportagem publicada nesta quarta-feira, 16/11, pela Folha de S. Paulo, que fala que São Paulo não está cumprindo a lei federal que rege o piso nacional do professor. “O governo paga 17% de jornada extraclasse para os professores, sendo que existem Estados, como Mato Grosso do Sul, que paga 50%”, finalizou

 

Descanso

12 de novembro de 2011

“A educação de São Paulo vai muito mal porque não há investimento”, disse o deputado Carlos Giannazi sobre a Resolução 44/2011 da Secretaria Estadual da Educação, que divide as férias dos professores do Estado em dois períodos de 15 dias, a serem fruídos em janeiro e julho. Para o deputado, a ordem afronta o direito a férias e a descanso dos professores. “Além dos baixíssimos salários, são obrigados a trabalhar em três ou quatro escolas por dia. É uma situação dramática, não temos uma jornada de trabalho adequada para esses profissionais”, comentou. O parlamentar informou que na próxima quarta-feira, 16/11, participará da reunião da Comissão de Educação na Casa, quando será debatida a resolução.

 

Ditadura PSDB

12 de novembro de 2011

”Eu fico perplexo ao ver as marcantes cenas de repressão da tropa de choque da PM e do Estado”, declarou Carlos Giannazi (PSOL) referindo-se ao pronunciamento do deputado Marcolino (PT). Para o parlamentar, é humilhante o desrespeito e as agressões com os manifestantes. Relembrou a greve dos professores no ano passado e disse que Alberto Goldman, governador na época, jogou a tropa da PM contra os servidores. Giannazi acusou os policiais de estarem à serviço do poder econômico e contra as mobilizações sociais. “Já derrubamos várias ditaduras, a de Vargas, a militar, e vamos derrubar a ditadura do PSDB”.

 

Falta de investimento

11 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) expressou apoio aos moradores da região da estrada do M’Boi Mirim, na capital paulista, que se manifestaram na manhã desta sexta-feira, 11/11, reivindicando melhorias no transporte público. Segundo Giannazi, a população está cansada de promessas vazias e da falta de investimento no setor. “Aquela estrada está abandonada”, protestou. Ele afirmou ainda que vários apelos e audiências públicas foram realizadas para que haja ampliação da estrada e extensão da Linha 5-Lilás do Metrô. “Existe o projeto, mas a prefeitura não libera os recursos para que a obra seja viabilizada. Não temos investimentos dos governos municipal e estadual”, lamentou

 

Prorrogação da DRU

11 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) lamentou a aprovação da prorrogação da DRU (esvinculação de Receitas da União) para até 2015. O deputado informou que a medida prevê a retirada de 20% do orçamento federal destinado à saúde, assistência e previdência. “Para o nosso lamento, foi aprovado em primeiro turno. Signifi ca que vamos ter menos investimento em saúde pública, assistência e previdência, é um sequestro do orçamento obrigatório para essas áreas”, comentou. O parlamentar disse ainda, que quase R$ 70 bilhões por ano serão destinados ao serviço da dívida pública. “Quem perde é a população”, completou.

 

Educação

10 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) lamentou que o presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), José Bernardo Ortiz, não tenha estado presente na reunião da Comissão de Fiscalização e Controle, realizada no dia 8/11. “O presidente do FDE tinha que ter vindo para explicar os dados do relatório do Tribunal de Contas do Estado, onde constam diversas irregularidades, como o superfaturamento de obras em escolas”, afirmou. O deputado pediu que o presidente do FDE fosse convidado a prestar esclarecimentos na Casa: “Como, com tanto dinheiro no caixa, ainda existem escolas de lata?

Hospital das Clínicas

10 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) falou sobre o PLC 79/2006 , que está na Ordem do Dia e propõe a transformação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - HCFMUSP em autarquia de regime especial. “Esse projeto, caso seja aprovado, vai prejudicar ainda mais os cidadãos e criar uma dupla porta no hospital”, declarou. O deputado afirmou que o seu partido é contra a aprovação desse projeto. “Defendemos mais investimentos em saúde, e não privatizações”, diss

 

Golpe final

10 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) comentou o PLC 60/2011, que trata dos salários dos servidores da Saúde e afirmou ser um desrespeito com o servidor publico o atual salário que esses trabalhadores percebem. Visando uma melhora no setor, ele defendeu o pagamento de um salário decente e combateu possíveis propostas de privatização da saúde. Por fim, Giannazi protestou contra o projeto do Executivo que procura privatizar a previdência dos servidores da saúde, o que constitui, segundo o deputado, o golpe final no servidor

 

Férias dos professores

10 de novembro de 2011

“Trata-se de um dos piores ataques ao magistério estadual nos últimos anos”, afi rmou Carlos Giannazi (PSOL), ao comentar a Resolução 44/2011, da Secretaria Estadual da Educação, que divide as férias dos professores de escolas estaduais em dois blocos de 15 dias, em julho e janeiro. Segundo o deputado, os professores sofrem com más condições de trabalho e jornadas excessivas. O parlamentar defendeu a anulação da resolução. “E uma maneira bem estranha essa de atacar os professores da rede estadual repartindo tudo”, declaro

 

Educação

08 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) leu reportagem sobre o salário dos profissionais da educação e como, devido ao baixo rendimento, eles são obrigados a procurar um segundo emprego. O parlamentar se mostrou ofendido pela manchete que dizia que os professores procuram engordar seu salário, o que, para ele, é um disparate, pois dá a entender que os profissionais já ganham um salário digno, o que não é a realidade. Giannazi defendeu maior investimento no setor e alegou ser esta a única forma de contornar o problema da qualidade da educação.

 

Milícias no Rio de Janeiro

01 de novembro de 2011

Carlos Giannazi (PSOL) comentou sobre a situação do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ), que deixará o país, depois de receber ameaças de morte de integrantes de milícias. "Ele anda com 6 ou 7 seguranças e as ameaças continuam cada vez mais fortes, principalmente após a morte da juíza Patrícia Acioli". Segundo o deputado, a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro não combate as milícias como deveriam e hoje elas controlam mais de 600 áreas. "É uma vergonha para o país conviver com esse tipo de situação onde os cidadãos são submetidos a milícias, precisamos de um plano nacional de combate à violência".