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Acompanhe
os pronunciamentos feitos por Carlos Giannazi no
Plenário da Assembleia Legislativa |
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Repúdio
14
de dezembro de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) fez um apelo para que seja
votado ainda neste ano o PLC 71/2011, que
visa acabar com a quarentena dos professores
estaduais. Segundo Giannazi, se o programa
não for aprovado existe o risco de o Estado
não ter professores em 2012. O deputado
manifestou ainda repúdio ao PL 840/2011,
que visa privatizar a previdência dos servidores
públicos. “Não existe aposentadoria integral
do servidor público. A proposta é falsa”,
comentou. O parlamentar também está descontente
com o PLC 65/2011: “um ataque à defensoria
pública, que funciona precariamente no Estado.
É estranho que um PLC, que fere vários artigos
da Constituição, tenha sido apresentado
pelo deputado Campos Machado, que é advogado”,
finalizou |
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Quarentena
13
de dezembro de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) defendeu a aprovação do
PLC 71/2011, que propõe a alteração da Lei
Complementar 1.093/2009, que dispõe sobre
a contratação de professores temporários
da rede estadual de ensino. Segundo o deputado,
“o PLC 71/2011 corrige parcialmente um erro
ao diminuir a quarentena, na qual o professor
só pode trabalhar durante um ano e depois
deve se afastar, como aprovado na Lei 1.093/2009,
que prejudicou os professores”. O parlamentar
afirmou que foi elaborada emenda ao PLC
que acaba de vez com a quarentena. “O projeto
tem que ser aprovado, ou teremos um défi
cit de 10 mil professores na rede estadual
de ensino no ano que vem”, afirmou. |
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PLC
71
10
de dezembro de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) citou o PLC 71/2011, que
altera a Lei Complementar 1.093/2009, sobre
a contratação de professores por tempo determinado.
Para o deputado, a lei é irracional, portanto,
o projeto tem que ser aprovado ainda este
ano para reparar que se restaure a lógica
na administração da Educação. Pediu apoio
de todos os parlamentares da Casa na aprovação
do projeto, incluindo as emendas que foram
acrescentadas ao texto original. O deputado
ressaltou que existe um outro projeto para
revogar a Lei 1.093, que está em tramitação
na Casa desde 2009, mas que este nunca foi
discutido. |
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Saúde
pública
09
de dezembro de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) comentou o pronunciamento
do deputado João Caramez (PSDB), sobre a
aprovação da Emenda 29 sem o dispositivo
de obrigatoriedade de a União investir 10%
do PIB na saúde pública. "Esse item
não foi aprovado e por isso a saúde no Brasil
continuará sem recursos", comentou.
Para Giannazi, a saúde recebeu dois golpes
nesses últimos dias, a aprovação da Emenda
29 sem a indicação citada e a prorrogação
da GRU (Guia de Recolhimento da União) que,
segundo ele, afeta brutalmente a área, pois
permite a retirada de 20% do orçamento destinado. |
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Valorização
dos defensores públicos
08
de dezembro de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) falou sobre o Projeto de
Lei Complementar 40/2011, que prevê a reclassificação
dos vencimentos dos integrantes do Subquadro
de Apoio da Defensoria Pública do Estado.
Giannazi fez apelo aos deputados da Casa
para que votem no projeto, que, segundo
ele, é de extrema urgência. O deputado também
informou que a Defensoria Pública foi criada
tardiamente no Estado e que sua estrutura
ainda é precária. "Temos apenas 500
defensores e precisamos de, no mínimo, 4
mil", finalizou. |
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Terceirização
da Cultura
06
de dezembro de 2011
Protestando
contra o fechamento da unidade Brooklin
da Escola de Música do Estado (Emesp), Carlos
Giannazi (PSOL) afirmou que a desativação
da unidade é um ato criminoso que viola
o Estatuto da Criança e do Adolescente.
Segundo Giannazi, depois que a escola foi
privatizada, houve desmonte do projeto pedagógico
e demissão de funcionários. Ele também comentou
que acionou o Tribunal de Contas do Estado,
que detectou irregularidades administrativas.
“A Emesp foi entregue à iniciativa privada
e teve diversos serviços terceirizados.
Normalmente se terceiriza o que não é importante
para o Estado. Parece que terceirização
virou um grande negócio”, criticou |
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Corte
no orçamento
06
de dezembro de 2011
“Esse
é um golpe mortal dado nos servidores do
Judiciário, que há muito esperam a reposição
salarial”, de clarou Carlos Giannazi (PSOL).
De acordo com ele, o orçamento da categoria
foi cortado em quase 50% e, por conta disso,
um dos órgãos prejudicados será a Coordenadoria
da Infância e Juventude. Giannazi ainda
disse que 11 varas deixarão de ser criadas
e, consequentemente, não haverá contratação
de novos funcionários. “Não podemos tolerar
que esse corte seja mantido e, na votação
final da peça orçamentária, podemos restituir
parte desse valor para que os funcionários
e a população não sejam prejudicados” |
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Férias
02
de dezembro de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) mencionou a audiência pública
realizada com o secretário estadual da Educação
e entidades representantes do magistério,
a fim de pedir ao secretário que a resolução
referente à fragmentação das férias dos
funcionários seja anulada. “É inconcebível
essa divisão e medidas precisam ser tomadas”,
declarou Giannazi. O deputado anunciou que
se a resolução for mantida, acontecerá uma
paralisação do magistério, logo no início
de 2012. “As férias precisam ser de 30 dias.
É questão de bom senso”, disse o deputado |
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Fim
da EMESP Tom Jobim
02
de dezembro de 2011
Carlos
Giannazi (PSOL) comentou a realização na
Casa, no dia 29/11, de audiência pública
contra o fechamento da unidade Brooklin
da Escola de Música Estadual de São Paulo
(Emesp) - Tom Jobim. Na ocasião, estavam
presentes pais, alunos, professores e representantes
da escola. “A Secretaria Estadual de Cultura
pretende desativar a Emesp, que é um centro
de excelência”, disse. Segundo o deputado,
houve demissão de funcionários e a oferta
de cursos foi reduzida em 50%. Para Giannazi,
o Estado está perdendo uma escola de referência
internacional. |
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